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Educação Infantil

O momento da chegada da criança pela primeira vez à escola é mágico. Por isso, nós educadores devemos criar um ambiente agradável para acolher essas “sementinhas” que entram em contato com um novo grupo social.

Para o Pedagogo Friedrich Froebel:

“A infância é assim como uma planta; deve ser objeto de cuidado atencioso, deve receber água, crescer em solo rico em nutrientes e ter a luz do sol na medida certa. Um jardim é um lugar onde as plantas não crescem em estado totalmente silvestre, totalmente selvagem, é um lugar onde elas recebem os cuidados do jardineiro ou da jardineira. Mas o jardineiro sabe que embora ele tenha por tarefa cuidar para que a planta tenha todo o cuidado necessário para seu crescimento e desenvolvimento, em última instância, é o processo natural da planta que deverá determinar quais cuidados a ela deverão ser dispensados. Certas plantas não crescem bem quando regadas em demasia, já outras precisam de muita água; algumas plantas precisam de muito sol, enquanto, que outras crescem melhor à sombra. O bom jardineiro sabe “ouvir” as necessidades de cada planta e respeitar seu processo natural de desenvolvimento. Para Froebel, assim também ocorre com as crianças e, portanto, os adultos encarregados da educação das mesmas deveriam comportar-se tal como o jardineiro.”

(Retirado do livro Friedrich Froebel: o Pedagogo dos Jardins de Infância, Alessandra Arce – Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.)

As crianças pequenas e suas famílias devem encontrar na Educação Infantil um ambiente físico estruturado com funcionamento adequado e humanizado, onde sejam traçadas propostas pedagógicas com metas claras a serem desenvolvidas durante o processo ensino-aprendizagem.
Seguindo esta linha de pensamento, a Escola Nossa Senhora do Carmo, visa a qualidade na Educação Infantil tendo como fundamentos norteadores: a socialização, a autonomia, a responsabilidade, a solidariedade, a criatividade, a participação, a criticidade, a construção do conhecimento, a ludicidade e o respeito a serviço do bem-comum, sabendo reconhecer a importância de que cada educando é um ser total, completo, indivisível, com sentimentos que merecem cuidados a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais.

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